As terras do Norte do Brasil eram habituadas por homens pardos, característica física de índios que dominavam a orla marítima destas terras. Essas populações indígenas com alta densidade demográfica e que criaram na Ilha de Marajó uma sociedade complexa, produtora de artesanato e de escala urbana, explicara o motivo pelo qual os Europeus iniciarem a busca pela região que além do oceano atlântico existira terras, o que resultou a expedição de Pacheco, posteriormente expedições em outras terras o espanhol Vicente Yáñez Pinzón e enfim Pedro Álvares Cabral.
A Ilha de Marajó está localizada no Estado do Pará na foz do Rio Amazonas no arquipélago do Marajó, dividida em dezesseis municípios, dentre estes, o Município de Cachoeira do Arari, chão de Dalcídio Jurandir, João Viana, Giovanni Galo, Ronaldo Silva, munícipio que abriga o Museu Marajó, casa de Dalcídio Jurandir e agora tem como Patrimônio Cultural do Brasil a Festividade do Glorioso São Sebastião.
Alguns livros da região marajoara contam várias versões sobre a descoberta do Arquipélago do Marajó, o livro ‘’Soure: Pedaço de Marajó’’ de Maria de Nazaré Barbosa publicado em 1997 informa que o navegador e explorador espanhol, Vincente Yáñez Pinzón foi o descobridor da ilha e que ‘’Joanes’’ vem de Yáñez, o que posteriormente passara ser chamada finalmente, depois dos séculos XVII e XVIII; de Ilha de Marajó.
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